Posted by : Zyky Nov 18, 2012

Problemas em Dolce Island
Parte 2



- Ellie, espera! – gritava Richard, mas a garota corria sem olhar para trás.

Nenhum deles entendia o porquê do desespero dela, mas parecia estar cega, correndo desesperadamente. Ela só parou quando tropeçou em uma rocha na beira da praia e rolando alguns metros. Os dois foram, então, ao seu socorro; ela aparentava ainda estar debilitada, mesmo tendo repousado nos últimos dias. Seu olhar era de puro medo, estava tão assustada quanto na noite anterior.

- Ei, espere, mocinha! – esforçava-se Booker ao falar, enquanto corria.

- O que é que está acontecendo?! – perguntou o garoto..

- E-eles conseguiram me encontrar? Como?! Será que meu sonho...

- “Eles” quem, por amor de Arceus! – falou ajudando-a a levantar.

- Meu pé... – dizia com dor, sentando-se novamente – acho que torci. Não acredito, que sorte a minha... fujo de um bando de Pinchers e machuco o pé tropeçando em uma pedrinha idiota. – bravejou baixo.

- Eu te ajudo a ir até a cabana. – falou Richard, estendendo sua mão, mas ela virou a cara.

- Não preciso de ajuda!

- Ah, precisa sim! – terminou puxando e escorando-a em seu braço – Você já me ajudou, agora é minha vez.

Todos ali ficaram surpresos com sua atitude, até Flay, que vive com o garoto desde que os dois eram pequenos e presenciara suas mudanças com a morte de seus pais, estranhou seu jeito. Ele sempre agia por impulso, falava sem pensar e não se importava com mais ninguém, sendo quase sempre rude e arrogante. Ellie ficou corada, olhando fundo sem seus olhos e aceitando sua ajuda; por mais que ela negasse, conseguia ser mais orgulhosa e imprudente que Richard.

Voltando à cabana e Booker colocou ataduras no pé da garota, que continuava inquieta com a ideia de a terem encontrado.

- Eu vou ver quem ou o que está fazendo isso. – disse Richard.

- Não, pode ser perigoso. – impediu Booker.

- E se eles estiverem atrás de mim, ou de você? – questionou Ellie.

- Seja lá quem esses “eles” sejam, se bem que já tenho uma suspeita, alguém tem que ir ver o que está acontecendo.

- Então ou vou junto. – respondeu ela, levantando-se com dificuldade.

- Você deu um mau jeito no pé ou na cabeça? Como vai me seguir assim?

- Já disse para não me subestimar. – desafiou, empurrando-o levemente.

- Mesmo assim, você não vai conseguir caminhar por muito tempo com o pé machucado. – falou virando-se para Booker – Você pode ficar com ela aqui?

- Tenho escolha? – riu.

Richard então foi em direção a porta, acompanhado pelos outros dois. Ellie estava emburrada por não poder ir, mesmo entendendo os motivos. Quando abriram a porta, tiveram uma curiosa surpresa: um engraçado pássaro branco e azul, parecido com uma gaivota, voava desengonçadamente, tentando derrubar um pequeno Pokémon de suas costas.

- Piiiiiii! – gritava alegre a pequena Pokémon rato amarelo e preto, que tinha uma colorida pena em uma de suas orelhas.


- Fabí! – respondeu Ellie, andando com dificuldades, porém apressadamente, até a praia e segurando a Pokémon, que pulara do Wingull, abraçando-a com força – Ah, que saudades de você, sua malandrinha!

- Você pode me explicar o que é isso? – perguntou o garoto, confuso.

- Calma, calma, esta aqui é a minha melhor, se não uma das únicas amigas que tenho, além de ser a Pichu mais esperta e corajosa do mundo. Te apresento a Fabí! – respondeu estendendo a Pokémon em suas mãos – Foi ela quem me fez ter a paixão por Pokémon elétricos.

- Chu!!! – grunhia feliz, soltando faíscas de suas bochechas rosadas.

“Fabí?! Que estranho, parece... não não, é impossível... ou não? Será?”

- E por que essa pequena estava nas costas de um Wingull?

- Antes de te encontrar, estávamos fugindo de alguns Pinchers e nos dividimos para despistá-los, mas acabamos nos perdendo. Mas isso não foi a primeira vez e nós sempre nos encontramos de novo.

- Como?

- Dando um jeito, é claro! Essa Pichu é o Pokémon mais inteligente que existe, sempre se vira sozinha. – continuou, afagando e acariciando-a.

Pichu pulou do colo da garota pra o ombro de Richard, esfregando-se nele e depois pulou para o chão, começando a pular, dançar e sinalizar, deixando-os muito confusos, menos Ellie, que sabia exatamente o que ela queria dizer:

- O que ela está fazendo? – perguntavam confusos.

- Espera um pouco. – respondeu ela, concentrando-se nos gestos que sua Pokémon fazia.

- É brincadeira, não é? Você está entendendo o que ela quer dizer? – brincou Richard, calando-se ao ver a cara que ela fez – Tudo bem, fico quieto.

- Ela os viu... – respondeu pálida.

- Viu quem?

- Eles... os Pinchers!

*****

Antes da explosão, não muito longe dali, vários Pokémon saiam de suas tocas depois de dias escondidos do enorme temporal que caíra naquela ilha. Pidgey’s e Starly’s voavam alegres e Bulbasaur’s colocavam suas sementes ao sol. No meio disso, um grande bando de Pichu’s cria uma enorme bagunça, estando felizes com o sol que brilhava. Em meio ao caos, um som atrai a atenção de todos os Pokémon:

Twaaaang

- Bulba “O que é isso”?

- Mareee “É tão lindo”!

De trás de alguns arbustos sai um pequeno Pokémon amarelo, com detalhes em preto, grandes orelhas, bochechas rosadas e uma cauda parecida com um raio. Ele segurava uma pequena viola azul, que estava eletrizada enquanto tocava.


- Chuuuuu! – cantarolava contente.

- Piiiii pichu “Pessoal, é o Ukulele”! – gritou um dos Pichu’s, ao ver um parente e amigo seu.

Com isso, todos se aproximaram do Pichu músico para cantar, dançar e festejar. Não tinham tantos motivos, mas estavam felizes, juntos, e isso bastava para eles. 


Porém um estrondo foi ouvido e um enorme Ursaring passa correndo ali, acompanhado do um Teddiursa, vindo de onde se ouviu a explosão.

- Graaaaaw “Corram”!

- Ted teeeee “Salvem suas vidas”!

- Pichu “O que houve”?

- Graaaaaaaaw “Humanos”!!!

E o caos voltou a se instalar, pois humanos eram raros na ilha, e para terem deixado Ursaring tão assustado, não eram nada bons.

De repente, algo começou a sobrevoá-los, algo que não era os Pokémon pássaros de antes, mas sim humanos uniformizados, vários deles, que começaram a atacar todos os Pokémon. Eles apontavam suas mãos e delas saíam ondas arroxeadas que fazia com que eles desaparecessem no ar. 


Todos entraram em pânico e começaram a correr em todas as direções; os Pichu’s esconderam-se em um tronco oco de árvore, mas foram descobertos, sendo pegos um a um, até sobrar o Pichu músico que, com a ajuda de sua viola, atacou e fugiu desesperadamente, depois sendo seguido.

*****

Depois de muita insistência e bate boca, Richard vai atrás dos até então supostos “Pinchers”, ao lado da Pichu de Ellie. Mesmo ainda sendo cedo, ele estranhou o fato de a floresta estar deserta, silenciosa, sem nenhum Pokémon a vista, “Será que era isso que ela queria dizer com ouvir, ou escutar... ah, sei lá”. Caminhando por cerca de uma hora, encontrou o mais provável local da explosão, pois arbustos estavam queimados e galhos caídos. Enquanto investigava o local, ouviu vozes e pequenos estrondos vindos de não muito longe dali. Ele esgueirou-se para ver o que era, mas foi surpreendido quando um Pokémon foi jogado em si: um pequeno Pichu, que segurava uma pequena viola. “Mas o que...” pensou, porém teve seu pensamento interrompido quando sentiu um leve, mas dolorido choque, pois o Pichu levantara-se e estava em posição de batalha, machucado e muito assustado, encarando Richard com raiva.

- Ei, calma aê! – disse levantando-se.

- Piiiiii – grunhiu com raiva, soltando faíscas para todos os lados.

- Pi-pichu pichu-pichu! – grunhia a Pichu no ombro do garoto, sinalizando para o enfurecido Pokémon.

O Pichu atacava incessantemente e Richard tentava entender de onde vinha tanta fúria. O Pokémon só parou quando um homem uniformizado, em cima de um flutuador, apareceu em meio aos arbustos. Ao vê-lo, o garoto reconheceu quase que imediatamente aquele uniforme:

- Ei, parado aí! – gritou aproximando-se – Obrigado por parar esse Pichu.

- An, de nada? – dizia olhando para o enorme Ursaring ao lado do homem. O Pokémon urso estava nervoso e seus olhos estavam vermelhos e brilhando, o que o fez lembrar-se de seu Charmeleon – “Então realmente são os Pincher!”


- Vamos, Pichu, hora de ir com os outros. – falou apontando seu braço com um estranho dispositivo para o Pokémon, que correu assustado, sendo barrado pelo enorme Ursaring.

Pichu tentava se comunicar com Ursaring, mas era em vão, ele não parecia ouvir, e em uma última tentativa, começou a tocar. Todos ali, humanos e Pokémon, pararam e ouviram o melodioso som, ficando hipnotizados. Ursaring agora parecia relutar consigo mesmo, despertando o desespero do homem.

- Pare, Ursaring! – advertiu o homem.

- O que houve com ele?

- Er... nada! Ele só não gosta de música. – disfarçou – Agora me passe esse Pichu!

- Por quê? – desafiou Richard, dando alguns passos para perto do pequeno Pokémon.

- Porque sim! Ursaring, acabe com ele!

O enorme Pokémon foi para cima de Pichu, arremessando-o em uma árvore, quebrando sua viola com o impacto. Ele olhou frustrado e desesperado para seu instrumento, tentando tocá-lo novamente, mas sem sucesso.

Impaciente, o garoto chama Flay, que com um Hyper Beam, joga Ursaring para trás.

- O que pensa que está fazendo?!

- Se esse Pichu não quer ir com você, ele não é obrigado! – se impôs, socorrendo o Pichu, que o olhava confuso.

Vendo que estava em desvantagem, fugiu, sendo seguido por Ursaring.

Ainda assustado, o misterioso Pichu pulou do colo de Richard tentando fugir, mas estava muito machucado, caindo exausto no chão. O garoto sentou-se ao seu lado, colocando-o em seu colo e pegando um frasco spray roxo de sua mochila, porém o Pokémon se afastava cada vez mais.

- Acho que você não gosta muito de pessoas, né? Bem, se for por causa daquele cara, você tem motivo...

- Pi?

- Quer saber de uma coisa, também não gosto muito de pessoas, principalmente como ele, e é por disso que estou indo atrás desses caras. – disse. Flay estava agora ao lado de Richard, com a Pichu em suas costas. Ele fez uma pausa, observando-o e erguendo o frasco em sua mão, mostrando ao Pokémon – Olha, isso aqui pode arder só um pouco, mas vai te ajudar bastante.


Ele tentava usar a potion, mas o pequenino se esquivava; seus olhos estavam cheios de lágrimas, seu semblante era de pavor enquanto segurava sua viola quebrada. Quando viu que não conseguiria escapar, fechou os olhos e se encolheu, sentindo o leve spray do medicamento. Sentiu então seus machucados serem curados e sua saúde revigorada.

O pequeno agora olhava nos olhos do garoto, que se levantou e começou a andar em direção a praia.

- Se cuide! – disse de costas, acenando com o braço, com Flay ao seu lado e a Pichu em seu ombro, que também acenava.

- Pi... – grunhiu baixinho, ficando sozinho em meio à mata.

*****

Ellie olhava atenta pela janela com Togetic ao seu lado, preocupada, e Booker percebera isso.

- Que correria, não? – perguntou aproximando-se.

- Já estou acostumada com isso... – respondeu ainda fitando a janela – Espero que ele cuide direito da Fabí.

- Ora, não se preocupe! Richard pode até parecer orgulhoso, ou arrogante, mas é um bom garoto. Nunca deixa que seus amigos se machuquem... Bom, pelo menos até ao ocorrido na Teakwood Forest. – suspirou.

- Como assim? – falou virando-se.

- Provavelmente você não se lembra, mas aconteceu algo lá que o abalou, mesmo sendo impossível notar.

- E o que seria?

- Seu Charmeleon... Ele me disse que o Pokémon agiu estranhamente, e que não conseguiu pegá-lo de volta.

-Eu lembro, vagamente, mas lembro. Mas pensei que ele não se importava com os Pokémon.

- Pelo contrário, querida, ele se importa e muito, só não consegue demonstrar isso.

- Por que? – perguntou cada vez mais curiosa.

- Vejo que aticei sua curiosidade... Bem, você sabe que os pais de Richard eram Pokémon Rangers, não é?

- Sim, já ouvi falar... Na verdade, a história deles é conhecida por todos os habitantes da região.

- Então, eu os conhecia... Ótimas pessoas, sempre cuidado de todos, pessoas e Pokémon, sendo ele pequenino ou imenso, e isso o fez amá-los desde pequeno. Mas o destino não guardava nada de bom para ele. Com a trágica morte se seus pais acabou indo para o orfanato, já que nenhum parente morava por aqui, e com isso ele acabou se revoltando com a solidão, se fechando para o mundo, tendo só a companhia de seus Pokémon, considerando-os como a única família que tem. Ele é como uma pedra bruta que, se bem lapidada, se mostrará um belo diamante. Mas ele anda me surpreendendo... ele faz isso de vez em quando.

- Puxa, e-eu nunca tinha ouvido isso, não vi as coisas por esse lado. – disse um tanto sem graça.

- Sei que sua vida não tem sido fácil, mas é como eu digo: Dê tempo ao tempo.

Ellie voltou a fitar a janela, pensando em tudo o que ouviu, que já viu, já passou, já sentiu, quando viu a silhueta e Richard de longe, na praia. Ela correu para fora, recebendo a Pichu em seus braços.

- Oi para você também – retrucou irônico.

- E então, o que descobriu?

- Ah sim, claro, estou bem, não aconteceu nada de mais! – falava encarando-a, que retribuiu com um sorriso – Bom, se quer saber, não muita coisa, mas... – teve sua fala interrompida quando ouviu um grunhido ao longe.

- Piiiii – gritava um Pichu, correndo em sua direção.

-Essa não... – sussurrou.

- Awn, que gracinha! Um Pichu com um violãozinho! – disse ela tentando acariciá-lo, assustando Richard com sua repentina reação.

- Eu conheço esse Pichu – dizia Booker – o chamo de Ukulele Pichu por causa do seu ukulele, ou o “violão”. Fui eu quem o fez para ele quando o vi tocando as vinhas de um Bulbasaur. – riu – Mas ele está quebrado, o que aconteceu?

O Pokémon pulava de um lado para o outro, acenando para Richard, que tentava se afastar discretamente.

- Você o ajudou, não foi? – perguntava sabiamente o senhor, com um sorriso de canto.

- Isso é problema meu! – dizia meio sem graça, vendo a cara se surpresa estampada no rosto de Ellie

- Ajudou? Você?! Olha, por essa eu não esperava... – falava Ellie, surpresa e ao mesmo tempo tentando segurar o riso – Mas ele pareceu gostar de você.

- Só que eu não quero nenhum Pokémon elétrico.

- Chuuuuu... – grunhia, com seus olhos grandes e brilhando.

- Pode esquecer essa cara de pidão! – bravejou, vendo que ele deu uns passos para trás, assustado – Olha, você é um carinha legal – disse mais suavemente, abaixando-se – só que já tenho meus Pokémon, e não quero por mais ninguém em perigo. – falava tentando consolá-lo, sendo observado por Ellie, que não escondia sua surpresa ao ver a reação do garoto.

“Ele realmente se importa...” pensou ela.

- Se quiser, pode ir com ela, já tem até uma amiguinha pra você. – terminou o garoto, apontando para ela, que voltou a prestar atenção no que estava acontecendo ali.

- Chu! – balançava a cabeça negativamente.

- Então me desculpe – disse levantando-se – não posso fazer nada.

Pichu pulava e gritava, mas o garoto caminhava firmemente para a porta da cabana. Vendo que não tinham o que fazer, Booker e Ellie o acompanhavam, deixando o Pokémon para trás, vermelho de raiva. Booker sabia o porquê daquela decisão, mas Ellie ficava cada vez mais confusa, “Ele primeiro ajuda, se preocupa, para depois largá-lo por ai, à própria sorte? Mas o que há de errado com esse garoto?”.

Quando estavam quase dentro da cabana, ouviram algo que os surpreendeu e assustou ao mesmo tempo:

- Será que eu preciso atacar todos os humanos que vir para eles entenderem o que quero?!





Notas da Autora
Capítulo 4 | Capítulo 6

{ 8 comments... read them below or Comment }

  1. Muito bom Zyky! Agora que Ellie conhece um pouco mais de Richard, a afinidade e amor (sim, eu acho que eles estão apaixonados) só aumentarão! E o pobre Ukulele Pichu, foi deixado por Richar, na minha opinião, ele devia ficar com a Ellie u.u Sempre incrível Zyky, parabéns!

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  2. Primeiramente tenho que comentar que a Fabí já mora no meu coração! UHAUHAUHUAHUAHUHAUHAUA Sério, quis o destino que você dessa à Pichu um apelido idêntico ao qual eu chamo uma amiga minha! Sim, eu tenho uma amiga que chamo de "Fabí", e isso já foi o suficiente para eu gostar dessa personagem logo de cara!

    Hahaha, Ukulele parece aqueles nomes desse povo de ilha que fala "uga uga". Eu curti! Pede pra ele tocar uma no melhor estilo John Lennon, Steve Vai, ou qualquer um que ele souber tocar. Temos um talento musical na Aliança!

    Bem, problemas e mais problemas... Esses Pinchers são uma tragédia! Pelo amor, será que eles não querem deixar o Richard e a Ellie terem um minuto de sossego? Fico me perguntando quem seria a mente perversa por trás dessa organização.

    Bom, vou indo nessa. Até a próxima Zyky!

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  3. Muito legal a Fabí, teve algum motivo especial para colocar uma pena de Cresselia como brinco para a Pichu ou foi só coincidencia?

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  4. A Fabí é uma gracinha! É uma das minhas! Eu antes também adorava Pokémons életricos! (Mas agora sou mais para dragões) E sempre levava uma Pichu e um Pichu! Era o casalinho! Sempre gostei de Pichu's e agora que vejo um(uma e um) fico muito contente.

    Pobre Pichu(Macho)! Esse Richard! Não é todos os dias que um Pokémon chega perto de você e diz que quer ir consigo!
    Mas admito o capitulo ficou demias!

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  5. ZYKYTAAA!
    To atrasada nos comentários mas só queria falar algumas coisas antes de surtar pelo próximo capitulo:
    Fabi chegou chegando né uhahuahua lindona!
    E to quase batendo no Rick com ele tratando o Ukulele Pichu desse jeito depois de ajuda-lo.

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  6. Oloko FehPig, já acha que eles estão apaixonados? auehuaehuaheuaeh Eu não vou dizer nada, pq se não seria spoiler. u.u Coitado do Pichuzinho, né? :x Mas a Ellie já tem uma Pichu, ficar com 2 seria... fofo, admito XD

    Auheauehauheahu Essa Fabí tem mais história do que vc imagina. No jogo ele é chamado de Ukulele Pichu (tive q pesquisar para entender o q é ukulele '-'), mas esse Pichu veio pra causar, pode crer! Os Pinchers ainda vão causar muitos problemas u_ú

    Olá venusaur jr! Sim, tem um motivo MUITO especial para ser uma pena de Cresselia que ela usa na orelha, mas a explicação fica para capítulos futuros -w-

    Eu sou meio que apaixonada por Pichus CureBeat, bem mais do que Pikachus até. Quem dera um Pokémon me aparecesse e quisesse andar ao meu lado (~le pirando e.e), mas fazer o q? Vai entender...

    Não tem problema em atrasar jacs, com tanto q dê um passada para saber o q vc achou. =3 Pichus divam, só isso u.u aeuhauheauhe mas bate nele ainda não, vamos ver no q isso vai dar...

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  7. A princípio lembro que na época eu não sabia que o Ukulele Pichu era de Oblivia, mas eu curti a participação dele nesse capítulo. Sabe, nõ sou chegado em bichinhos fofinhos, mas... Ele tem um violão. (Um Ukulele, na verdade) então ele pode ser bacaninha kkkkk Foi ótima a forma como você desenrolou o fato da Ellie não poder seguir a viagem, acho que o Richard coube perfeitamente no encontro com esse Pichuzinho.

    Eu dei uma olhada no seu Pichu com a Lunar Wing na orelha, e sério, ficou muito melhor que o meu!! kkkk Até eu fiquei arrependido mais tarde por ter mandado uma parada tão boba, sério, aquela montagem que eu fiz estava péssima, como eu tive a coragem de mandar aquilo para você?!!! kkkkkk Mil desculpas Zyky, mas fico feliz só de saber que seu Pichu ficou naquele esquema chamativo, um brinco faz toda a diferença em um Pokémon, parece que acessórios assim dão uma personalidade para ele. E por sinal, uma coisa que adoro ver aqui no blog é a vida que as imagens dão para os capítulos. É bem diferente do Nyah que era aquela tela branca do começo ao fim. Espero que você esteja adorando colocar as imagens, elas deixam tudo tão agitado, parece que estamos acompanhando a sua fanfic quando mergulhamos no mundo do jogo conhecendo mais sobre os famosos Rangers!

    Pois bem, o Charmeleon do Richard... Por que tenho a impressão de que você ainda o fará ser um Charizard fodão que me fará lamentar e chorar no futuro? Pode parecer bobeira, mas ele tem cara de quem vai fazer muita coisa ruim. É como o tipo de personagem que começa bonzinho, vira vilão, e quando volta a ser bonzinho acontece algo que vai... Que vai... Mata-lo... Não, não, sem ideias Zyky, nem pense nisso!! kkkkk Mas sério seria foda, e sei que esse pode ser um dos Pokémons mais impressionantes de sua Oblivia. Beijos, nos vemos no próximo capítulo! (:

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  8. Ah, sempre tem q ter o lado fofinho na história, e tem como algo ser mais fofinho do q esse Pichu? *U*
    Ah, sua montagem ficou legal sim, é q, depois, vi algo q poderia encaixar melhor e tem um significado bem legal (mas lutei para fazer a montagem, admito ^^'). Realmente as imagens fazem diferença, é mto legal vc procurá-las, editá-las, msm para mim, q acostumei a ler descrições detalhistas (adoro coisas bem detalhadas =3).
    Matar alguém? Será q eu teria coragem?! D: Bom, qm sabe, futuramente...
    kkk bjs X3

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